PELO AMOR DE MEUS FILHINHOS (Silvio Luiz)

Dispenso os faniquitos idiotas que, de hábito, surgem após certas observações por aqui, contrárias à tolices que são engendradas em desacordo com costumes

Por Giuliano Saito

PELO AMOR DE MEUS FILHINHOS (Silvio Luiz)

Dispenso os faniquitos idiotas que, de hábito, surgem após certas observações por aqui, contrárias à tolices que são engendradas em desacordo com costumes. Costumes na maioria das vezes – até centenários –  e que são agredidos com mudanças estúpidas. Assim é que “inventar mulher narrar futebol pela televisão” é coisa de “desencaixe mental”. E horrível, não se ajusta às circunstâncias, o grito de goal, então, parece a Fafá de Belém cantando ópera, é de uma estupidez à toda prova, totalmente distorcido, qualquer que seja a inflexão que elas tentem, pois não se adapta à voz feminina. Essa invenção estúpida deve ter sido inspirada na obsessão de pagar baixos salários, mas convenhamos, um pouco mais de respeito para com o público sempre é recomendável. Assisti-las “jogar” futebol, vôlei, tênis, etc. é sempre excelentes pedidas, mas “narrar” futebol é um verdadeiro pesadelo ouvir. Quando vão escalar freiras prá rezar missa? 

 

Em evento na ONU Lula e Marina Silva discursaram. Acredite…ambos prometeram “desmatamento zero em 2025” na amazônia. Acredite também: nenhum dos dois contou depois aquela do papagaio. 

 

FOLHETINS 

A OAB realiza em todo o Brasil, seus habituais exames para aprovar ou reprovar bacharéis que só são considerados advogados após esses exames. Segundo a OAB, atualmente funcionam no Brasil 1.174 faculdades de direito com 651 mil alunos matriculados. Por ano, são formados em todo o país cerca de 100 mil bacharéis. O STF (sempre Ele com as fuças em tudo) decidiu num dia desses manter o Exame da Ordem e, com isso, estimulou o existente desregramento na criação de faculdades, envoltas em critérios discutíveis de qualidade. E é preciso considerar que o exame é uma garantia de faturamento para a Ordem, pois o montante arrecadado por ano nessas provas ultrapassa os setenta milhões. A Ordem se diz preocupada com a “qualidade do serviço executado pelos advogados”. Ora, se procedente a preocupação, deveria, sim, passar a defender critérios mais rigorosos na instalação de faculdades de direito, pois o exame é, na verdade, um arranhão no respeito constitucional ao diploma e, ao invés de no aluno deveria ser aplicado às faculdades, se o objetivo fosse realmente  defender a sociedade dos maus profissionais.  Afirmam os defensores do exame que “a má qualidade dos serviços dos advogados gera prejuízos diretos para o cidadão que pode apodrecer dentro de uma prisão, perder seu patrimônio, se não for bem atendido, etc”. É verdade, então que se elimine a causa…não o efeito.   

 


Nossas estradas no Paraná um patrimônio que tanto nos custou, voltam destacar e lembrar um velho detalhe, um – mas que se reveste de “desconfiança”. É que voltamos a ouvir “um certo murmúrio” em torno das duplicações – “detalhe imperioso” a qualquer estrada do mundo” – mais ainda às nossas – que franzimos a testa e ficamos apreensivos, pois uma das partes interessadas sutilmente voltou a tentar “desclassificar essa necessidade”, acenando que “poderia” ser dispensada a duplicação, em favor do enganoso “menor preço no pedágio”./// Nada, absolutamente nada poderá justificar – muito menos sob o falso argumento de vantagem – “a falta de duplicação”. Esse é o detalhe mais inarredável em qualquer estrada que se conheça e que uma vez, sobre a 277, chegou a ser “negociado” – esmagando-nos –.  A assinatura do então governador daquela época, Requião, no indigesto e repulsivo acordo, está nos arquivos e dele nos ocorre lembrar sempre que deparamos “com cada vida esmagada” nos acidentes na 277. E quantas ainda o serão pela falta da segunda pista pela qual já pagamos várias e várias vezes e nos foi pilhada?  

 

MESA DE BAR 

Um dono de restaurante cheio de idéis de publicidade, mas com pouco dinheiro para anúncios comprou o maior vaso para peixinhos que pode encontrar…encheu-o de água pura e colocou na vitrine de seu restaurante com um cartaz que dizia: Este vaso está cheio de peixinhos invisíveis do Paraguai”. Pronto. Foram necessários Seguranças no local para organizar tanta gente que se acotovelava à frente do vaso tentando ver os peixinhos.  

– Garçom…Mais uma gelada, por favor. 

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